sábado, 10 de dezembro de 2011

Sete meses depois, o mesmo triste assunto



   Meu último desabafo foi pelo mesmo motivo deste mais novo post.
   Novamente as palavras de pessoas insignificantes na minha vida, me golpearam terrivelmente... Mas não foi somente isso. O que me revoltou de verdade, foi a ideia errada que as pessoas tem, de que fazem parte das minhas escolhas e por isso podem me julgar e dizer o que bem entender sobre minhas atitudes.
   Então alguém me ouviu ontem; alguém me abraçou ontem; alguém me disse: um assunto só vai se tornar  importante, se tu der importância.
    Alguém, "alguéns"? Pessoas que valem a pena, que não acham que tem o direito de me dizer o que fazer, que me amam, ou que apenas me querem bem.
    E que essa seja a última vez que eu chore por palavras frias e afiadas, de quem não se importa em ferir.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Como me sinto



Eu me sinto absolutamente nada, quando não consigo controlar meus sentimentos. Eu juro que eu tento, tornar a opinião dos outros menor do que a minha, mas é difícil. Ainda mais quando as pessoas fazem um esforço gigante para me ver de cima, e ali estou eu, no chão. E é aí que elas me vencem. E eu não sinto nada, a não ser pena de mim mesma. Sei que estou sendo deprimente, mas é exatamente isso.

sábado, 2 de abril de 2011

Controle-se!



   Estou cansada de me estressar pelo que não vale a pena. Preciso manter a calma, porque ficar louca, só vai fazer mal a mim. E eu quero é ser feliz, conseguir ficar alegre com os detalhes da vida, voltar à dar valor ao que realmente importa.
   Ultimamente eu estou conseguindo me controlar na maior parte do tempo... Mas mesmo assim, a raiva ainda me domina às vezes. Eu tenho medo.

domingo, 20 de março de 2011

July dividida?

 


   Não sei me definir.
   "Acho que não sei quem sou, só sei do que não gosto" - essa frase é pra mim.
   Quando me perguntam qual é o tipo de música ou filme que gosto, nunca sei responder exatamente, mas digo sempre: "menos os de terror".
   Mas afinal quem é a July? É  a que todos esperam que seja ou a que mora dentro de mim, que pode ser a mesma, não sei. Porém, desconfio que não seja aquela que pensam conhecer. Porque quando a July que guardo em mim dá umas escapadas, a maioria fica horrorizada ou talvez surpresa.
   Eu era criança, a princesinha dos meus pais. O que me fez dizer não lembro, só sei que disse:
   - Vocês acham que eu não sei o que é vagina e pênis? - meu pai sem dizer nada saiu da sala e minha mãe perguntou:
   - Tu quer matar teu pai do coração? - e eu ria sem parar.
   Mesmo com meus defeitinhos, que são da July interior e não da perfeita exterior, acho que sou uma boa pessoa.
   Concluo com esse debate dentro de mim, que não sei mais nem o que eu estou fazendo aqui, escrevendo esse texto. Tchau :)

quarta-feira, 16 de março de 2011

Me esqueçam, ou me conheçam!

  


   Ok pessoal, vocês me provocaram, então vou ter que abrir o jogo.
   Da minha vida cuido eu. Porém, podem ficar a vontade em fofocar sobre ela, assim como eu faço com as de vocês. Mas por favor, não me venham com "conversinha séria", decidindo o que eu devo fazer ou quem eu devo ser. Se os meus amigos não fazem isso, quem tu é pra me dar alternativas e tal?
   Primeiro: amigos, dão CONSELHOS e somente se muito necessário.
   Segundo: amigos se interessam pela situação do outro, conversam, preocupam-se com seus sentimentos...
   Terceiro: meus AMIGOS SABEM que se eu não perguntei, não dê opinião. Essa é a minha principal característica.
   E a minha segunda principal característica, é que eu quase nunca estou falando sério e raramente estou nervosa ou estressada. Então relaxe e não espere que eu seja dócil em tempo integral. Não vai adiantar carinha feia perto de mim, a única opção é se afastar. Me esquece, simples assim. Se eu não sou 100% legal, tudo bem, pelo menos eu sou "de verdade".
   Sei que tenho amigos que me amam, que me conhecem.
   Eu não preciso de desconhecidos pra me infortunarem, obrigada!